É preciso começar falando da grandiosidade que Sabrina Carpenter alcançou. O Autódromo de Interlagos estava completamente abarrotado de fãs que cantavam absolutamente todas as músicas da setlist do show a plenos pulmões no Lollapalooza Brasil 2026.
Com esse show, Sabrina não só confirmou seu crescimento como artista, como também evidenciou controle total sobre o próprio espetáculo e o motivo de ter recebido o status de headliner.
Dentre os mais de 10 shows que fez no Brasil, essa foi a apresentação mais pensada como uma experiência contínua, encenada, em que música, humor e narrativa caminham juntos. Tudo isso embalado por uma estética inspirada nos anos 60, que transforma o palco em uma espécie de programa de TV retrô, conduzido por uma anfitriã que sabe exatamente como prender a atenção.
Em diversos momentos, ela assume esse papel de apresentadora, interagindo bastante com o público de forma genuína. Aqui, o narrador a classifica como “a princesa de todas as coisas pequenas e doces” — tradução de “the princess of all things short and sweet” —, definição que resume bem sua habilidade de transformar o pop leve e chiclete em algo bem elaborado.
Entre hits puxados em coro por uma multidão completamente entregue, um dos pontos altos foi a já esperada “prisão” durante “Juno”, que, desta vez, teve Luísa Sonza como protagonista, levando o público ao delírio.
Com domínio de palco, carisma e uma identidade estética bem definida, Sabrina entrega um show que se sustenta não só pelas músicas, mas pela forma como tudo é costurado em cena.
Será que ela se igualou a Miley Cyrus e Billie Eilish com mais de 100 mil pessoas no público? Vamos descobrir!
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